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Caique Araújo

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Matemática é para todos? Três medalhistas de ouro da Obmep dizem que sim e dão dicas para as contas do dia a dia
Guilherme Nascimento, Fabíola Loterio e Igor Patrício estão entre os mais de 500 alunos premiados na última Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
Matemática é para todos? Três medalhistas de ouro da Obmep dizem que sim e dão dicas para as contas do dia a dia

Para algumas pessoas, a relação com os números pode ser uma grande dificuldade. Para outros, uma questão de afinidade. É o caso dos estudantes Guilherme Nascimento e Fabíola Loterio, do Espírito Santo, e Igor Patrício, de Santa Catarina.



 



“Às vezes a gente complica mais do que deveria”, defende Guilherme, que resume o seu amor: “a matemática sempre teve um lugar especial no meu coração”.


 



E o amor pela matemática os une. Medalhistas de ouro entre os mais de 500 alunos da edição de 2017 da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), os estudantes de 18 anos, que foram premiados nesta quinta-feira (2) em cerimônia no Rio, garantem: a matemática é para todos.



E pode estar presente em vários momentos da rotina, seja na hora de comparar o preço das compras ou calcular o troco. E dicas não faltam.


Os estudantes Igor Patrício, Fabíola Loterio e Guilherme Nascimento, veteranos na Obmep, garantem que matemática não tem mistério (Foto: Marcos Serra Lima/G1)



Os estudantes Igor Patrício, Fabíola Loterio e Guilherme Nascimento, veteranos na Obmep, garantem que matemática não tem mistério (Foto: Marcos Serra Lima/G1)


“A gente encontra matemática em vários lugares que não são esperados. Usando uma regra de três, você consegue comparar o preço com a quantidade de um produto no supermercado. Isso vai da compra até o troco”, explica Igor, entre os cálculos e rabisco de números no papel.




E, para eles, o grande secreto da matemática é descomplicar. “A matemática pode ser muito simples se você começar entendendo tudo que você está fazendo, porque ela é construtiva. O modo como se ensina matemática faz com que as pessoas acreditem que é preciso decorar as fórmulas e só fazer conta. Mas você tem que entender o que você está fazendo", explica Fabíola.



"E essa é a parte mais bonita: quando você entende o que está fazendo e passa a fazer sentido”, completa a jovem


A capixaba Fabíola Loterio está entre os 500 medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas de 2017 (Foto: Marcos Serra Lima/G1)                  A capixaba Fabíola Loterio está entre os 500 medalhistas da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas de 2017 (Foto: Marcos Serra Lima/G1)


Já veteranos nas edições da Olimpíada de Matemática, os estudantes acreditam na força do evento em reunir pessoas de diferentes parte do Brasil, mesclando troca de cultura e conhecimento.


"Um evento como esse motiva você a continuar estudando e conhecendo pessoas. Isso tudo ajuda tanto no movimento estudantil quanto social. Você faz novas amizades, conhece pessoas de outros lugares e até novas culturas", explicou Igor.

FONTE: G1

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